quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

DVD



DVD (abreviação de Digital Versatile Disc ou Disco digital versátil). Contém informações digitais, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD áudio ou CD-ROM, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões melhorados de compressão de dados.



Histórico



No inicio de 1990 dois tipos de discos-ópticos de alta capacidade estavam em desenvolvimento: um era o MultiMedia Compact Disc (MMCD), liderado pela Philips e Sony, e o outro era o Super Density Disc (SD), patrocinado pela Toshiba, Time-Warner, Matsushita Electric (Panasonic), Hitachi, Mitsubishi, Pioneer, Thomson e JVC. O presidente da IBM , Lou Gerstner, tinha a proposta de unir os dois sistemas, evitando a repetição dos problemas da década de 1980, com os videocassetes dos formatos VHS e Betamax.
Philips e Sony abandonaram o formato MMCD e concordaram o formato da Toshiba com duas modificações referentes a tecnologia implicada. A primeira foi a geometria que permitisse o "push-pull" (pular) das faixas (assim como no CD, você pula de uma musica para outra, já no videocassete você não tem como fazer isso rapidamente), que era uma tecnologia conjunta da Philips-Sony. A segunda era adoção do sistema Philips EFMPlus. O EFMPlus, foi criado por Kees Immink, que também criou o EFM: é 6% menos eficiente que o sistema SD da Toshiba, o que resultou numa capacidade de 4,7GB ao invés dos originais 5GB do SD. A grande vantagem do EFMPlus é sua grande resiliência e resistência a intempéries tais como arranhões e impressões digitais. O resultado foi o DVD 1.5, anunciado ao público em 1995 e terminado em setembro de 1996. Em maio de 1997, o Consórcio DVD mudou para Fórum DVD, que é aberto a todas as companhias (não somente a Philips, Sony e Toshiba).
Os primeiros DVD players (leitores de DVD) e discos estavam disponíveis em Novembro de 1996 no Japão, Março de 1997 nos Estados Unidos, 1998 na Europa e 1999 na Austrália. No Brasil a tecnologia começou a ganhar força em 2002 e 2003. O primeiro filme em DVD lançado nos Estados Unidos foi o Twister em 1996. O filme foi um teste para o surround sound 2.1. No Brasil o primeiro DVD foi Era uma Vez na América, da FlashStar lançado em 1998.
Em 1999 o preço do DVD baixou de US$300 (dólares). A rede de supermercados Wal-Mart começou a vender DVD players mesmo tendo pouca procura em comparação com os vídeos VHS, mas logo outras lojas seguiram o Wal-Mart e o DVD rapidamente se tornou popular nos Estados Unidos.
Devido à desvalorização da moeda brasileira em relação aos dólares e à demora na decisão sobre a região a ser adotada no Brasil, bem como outros fatores, o DVD só se popularizou no Brasil em 2003, tomando quase 80% do mercado de vídeos[carece de fontes?]. Um atraso de quase um ano, segundo fabricantes do setor.

CD

CD é a abreviação de compact disc (disco compacto). É ainda um dos mais populares meios de armazenamento de dados digitais, principalmente música comercializada e software de computador, caso em que o CD recebe o nome de CD-ROM. A tecnologia utilizada nos CDs é semelhante à dos DVDs.
A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs prometeu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, fazendo os discos de vinil serem considerados obsoletos.
Com a banalização dos discos compactos, a consecutiva banalização de gravadores de CD's permitiu a qualquer utilizador de PC gravar os seus próprios CDs, tornando este meio um sério substituto a outros dispositivos de backup. Surgiu assim a banalização dos discos virgens (CD-R), para gravação apenas, e os discos que podem ser reescritos (CD-RW). A diferença principal entre estes dois é precisamente a capacidade de se poder apagar e reescrever o conteúdo no segundo tipo, característica que iria contribuir para o desaparecimento dos disquetes como meio mais comum de transporte de dados. Efetivamente, um CD é agora capaz de armazenar conteúdo equivalente a mais de 486 disquetes de 3 1/2 (com capacidade de 1,44 MB), com muito maior fidelidade - uma das características negativas dos disquetes era a reduzida fidelidade destes, já que facilmente se danificavam ou corrompiam, Ex: Exposição ao calor, frio e até mesmo a proximidade a aparelhos com campo magnético como celulares.
A Philips foi a principal empresa responsável pela criação/desenvolvimento do CD-ROM. Depois, outras empresas como a Sony e a TDK entraram rápidamente na nova geração digital.

Um CD é um disco de acrílico, sobre o qual é impressa uma longa espiral (22188 voltas, totalizando 5,6 km de extensão). As informações são gravadas em furos nessa espiral, o que cria dois tipos de irregularidades físicas: pontos brilhantes e pontos escuros. Estes pontos são chamados de bits, e compõem as informações carregadas pelo CD.
A leitura destas informações é feita por dispositivos especiais, que podem ser CD Players ou DVD Players. A superfície da espiral é varrida por um laser, que utiliza luz no comprimento infravermelho. Essa luz é refletida pela superfície do disco e captada por um detector. Esse detector envia ao controlador do aparelho a seqüência de pontos claros e escuros, que são convertidos em "1's ou 0's", os bit's (dados binários). Para proteger a superfície do CD de sujeira, é colocada sobre ela um disco de plástico especial.




Camadas Físicas



Um CD contém quatro camadas: a primeira consiste no rótulo, conhecida como camada adesiva; a segunda é uma camada de acrílico, que contém os dados propriamente ditos; a terceira é uma camada reflexiva composta de alumínio e, finalmente, uma quarta, chamada de camada plástica, feita de policarbonato.
A cor prata que vemos no CD é o resultado da soma das camadas de gravação e reflexão.
Em um CD-R, a composição das camadas é diferente, para que a mídia possa ser gravada usando um sistema caseiro.

Drive de Disquetes


O disquete é um disco removível de armazenamento fixo de dados. O termo equivalente em inglês é floppy-disk, significando disco flexível.
Pode ter o tamanho de 3,5 polegadas com capacidade de armazenamento de 720 KB (DD=Double Density) até 2,88 MB (ED=Extra Density), embora o mais comum atualmente seja 1,44 MB (HD=High Density), ou 5,25 polegadas com armazenamento de 160 KB (Single Side = Face Simples) até 1,2 MB (HD).




Dentro da Disquete



Os disquetes possuem a mesma estrutura de um disco rígido, tendo como diferenças o fato dos disquetes podem ser removíveis e o fato dos disquetes serem compostos de um único disco magnético.
Os disquetes são divididos em pistas. Um conjunto de pistas concêntricas repartidas em intervalos regulares definem a superfície magnética do disco. As pistas são numeradas de 0 a n, sendo n o número total. A pista 0 é a mais externa.
Cada cilindro é dividido em um número constante de partes de mesmo tamanho, denominado setor. O nome destes depende do formato do disquete e são numerados de 1 até n, sendo n o número de setores por pista.
Cada setor possui o tamanho de 512 bytes. O setor (ou bloco) é a menor porção do disco que o computador consegue ler.
O disco magnético geralmente é dividido em duas faces, denominadas 0 e 1. Alguns leitores mais atuais, visto que os discos possuem essas duas faces, são equipados com duas cabeças de leitura/escrita, uma para cada face do disco.
Para se calcular a capacidade do disquete, pode-se usar a fórmula: Número de faces × número de pistas × números de setores/pista × 512 bytes/setor.
Problemas
As unidades de leitura geralmente possuem um botão que, se pressionado ejeta o disquete. A possibilidade de ejetar o disquete mecanicamente pode acarretar erros de leitura, ou até mesmo a perda de todos os dados contidos no disquete caso a ejeção seja feita durante um processo de leitura. Uma exceção a isso é constituído pelas unidades de leitura dos computadores Macintosh, nos quais a ejeção do disco é comandada pelo sistema operacional e realizada através de um motor interno.
Um outro problema é referente a sua vida útil. Os disquetes possuem vida útil que varia de 5 a 6 anos (pouco, se for comparado ao CD, que dura 20 anos). Disquetes mais velhos e com muito uso, começam a desprender fragmentos do disco magnético interno, sendo que alguns desses fragmentos podem grudar nas cabeças de leitura, dificultando muito a leitura/escrita de outros disquetes. Para essa situação, é recomendável utilizar um "disquete" especial para limpeza, em que no lugar do disco magnético fica localizado um tecido para limpeza.

Placa de rede


Uma placa de rede (também chamada adaptador de rede ou NIC) é um dispositivo de hardware responsável pela comunicação entre os computadores em uma rede.
A placa de rede é o hardware que permite aos computadores conversarem entre sí através da rede. Sua função é controlar todo o envio e recebimento de
dados através da rede. Cada arquitetura de rede exige um tipo específico de placa de rede; sendo as arquitecturas mais comuns a rede em anel Token Ring e a tipo Ethernet.
Além da arquitetura usada, as placas de rede à venda no mercado diferenciam-se também pela taxa de transmissão, cabos de rede suportados e barramento utilizado (On-Board, PCI, ISA ou Externa via USB). As placas de rede para Notebooks podem ser on-board ou
PCMCIA.
Quanto à taxa de transmissão, temos placas Ethernet de 10 Mbps / 100 Mbps / 1000 Mbps e placas Token Ring de 4 Mbps e 16 Mbps. Como vimos no trecho anterior, devemos utilizar cabos adequados à velocidade da placa de rede. Usando placas Ethernet de 10 Mbps por exemplo, devemos utilizar cabos de par trançado de categoria 3 ou 5, ou então
cabos coaxiais. Usando uma placas de 100 Mbps o requisito mínimo a nível de cabeamento são cabos de par trançado blindados nível 5. No caso de redes Token Ring, os requisitos são cabos de par trançado categoria 2 (recomendável o uso de cabos categoria 3) para placas de rede de 4 Mbps, e cabos de par trançado blindado categoria 4 para placas de 16 Mbps. Devido às exigências de uma topologia em estrela das redes Token Ring, nenhuma placa de rede Token Ring suporta o uso de cabos coaxiais.
Cabos diferentes exigem encaixes diferentes na placa de rede. O mais comum em placas Ethernet, é a existência de dois encaixes, uma para cabos de par trançado e outro para cabos coaxiais. Muitas placas mais antigas, também trazem encaixes para cabos coaxiais do tipo grosso (10Base5), conector com um encaixe bastante parecido com o conector para joysticks da placa de som. E também existem vários tipos.
Placas que trazem encaixes para mais de um tipo de cabo são chamadas placas combo. A existência de 2 ou 3 conectores serve apenas para assegurar a compatibilidade da placa com vários cabos de rede diferentes. Naturalmente, você só poderá utilizar um conector de cada vez.

Motherboards






Placa-mãe, também denominada mainboard ou motherboard, é uma placa de circuito impresso eletrônico/electrónico. É considerado o elemento mais importante de um computador, pois tem como função permitir que o processador se comunique com todos os periféricos instalados. Na placa-mãe encontramos não só o processador, mas também a memória RAM, os circuitos de apoio, as placas controladoras, os conectores do barramento PCI e os chipset, que são os principais circuitos integrados da placa-mãe e são responsáveis pelas comunicações entre o processador e os demais componentes.






Tipos de placas-mãe


AT

Placa-mãe com slot ISA (destaque)
AT é a sigla para (Advanced Technology). Trata-se de um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 até 1996. Um dos fatos que contribuíram para que o padrão AT deixasse de ser usado (e o ATX fosse criado), é o espaço interno reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador (flat cable, alimentação), dificultavam a circulação de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes à máquina devido ao super aquecimento. Isso exigia grande habilidade do técnico montador para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira. Além disso, o conector de alimentação da fonte AT, que é ligado à placa-mãe, é composto por dois plugs semelhantes (cada um com seis pinos), que devem ser encaixados lado a lado, sendo que os fios de cor preta de cada um devem ficar localizados no meio. Caso esses conectores sejam invertidos e a fonte de alimentação seja ligada, a placa-mãe será fatalmente queimada. Com o padrão AT, é necessário desligar o computador pelo sistema operacional, aguardar um aviso de que o computador já pode ser desligado e clicar no botão "Power" presente na parte frontal do gabinete. Somente assim o equipamento é desligado. Isso se deve a uma limitação das fontes AT, que não foram projetadas para fazer uso do recurso de desligamento automático. Os modelos AT geralmente são encontrados com slots ISA, EISA, VESA nos primeiro modelos e, ISA e PCI nos mais novos AT (chamando de baby AT quando a placa-mãe apresenta um tamanho mais reduzido que os dos primeiros modelos AT). Somente um conector "soldado" na própria placa-mãe, que no caso, é o do teclado que segue o padrão DIN e o mouse utiliza a conexão serial. Posição dos slots de memória RAM e socket de CPU sempre em uma mesma região na placa-mãe, mesmo quando placas de fabricantes diferentes. Nas placas AT são comuns os slots de memória SIMM ou SDRAM, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe.




ATX



ATX é a sigla para (Advanced Technology Extended). Pelo nome, é possível notar que trata-se do padrão AT aperfeiçoado. Um dos principais desenvolvedores do ATX foi a Intel. O objetivo do ATX foi de solucionar os problemas do padrão AT (citados anteriormente), o padrão apresenta uma série de melhoras em relação ao anterior. Atualmente todos os computadores novos vêm baseados neste padrão. Entre as principais características do ATX, estão:
o maior espaço interno, proporcionando uma ventilação adequada,
conectores de teclado e mouse no formato mini-DIM PS/2 (conectores menores)
conectores serial e paralelo ligados diretamente na placa-mãe, sem a necessidade de cabos,
melhor posicionamento do processador, evitando que o mesmo impeça a instalação de placas de
expansão por falta de espaço.

Quanto à fonte de alimentação, encontramos melhoras significativas. A começar pelo conector de energia ligado à placa-mãe. Ao contrário do padrão AT, não é possível encaixar o plug de forma invertida. Cada orifício do conector possui um formato, que dificulta o encaixe errado. A posição dos slots de memória RAM e socket de CPU variam a posição conforme o fabricante. Nestas placas serão encontrados slots de memória SDRAM, Rambus, DDR ou DDR-II, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe. Geralmente os slots de expansão mais encontrados são os PCI, AGP, AMR/CNR e PCI-Express. As placas mais novas vêm com entrada na própria placa-mãe para padrões de disco rígido IDE ou Serial ATA. Gerenciamento de energia quando desligado o micro, suporta o uso do comando "shutdown", que permite o desligamento automático do micro sem o uso da chave de desligamento encontrada no gabinete. Se a placa mãe for alimentada por uma fonte com padrão ATX é possível ligar o computador utilizando um sinal externo como, por exemplo, uma chamada telefônica recebida pelo modem instalado.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Sem Dakar, Rally dos Sertões pode ser a melhor alternativa

Maior rali das Américas tem diversos trunfos, como ambiente pacífico e baixas densidades demográficas no trajeto.Depois das ameaças terroristas que fizeram com que o Dakar fosse cancelado na véspera da largada, nesta sexta-feira em Lisboa, o Rally Internacional dos Sertões, realizado há 16 anos no Brasil, pode ser a melhor alternativa para esse tipo de competição que envolve carros, motos, caminhões e quadriciclos. A prova brasileira, que é o maior evento off-road das Américas, acontecerá de 18 a 28 de junho e terá cerca de 5.000 quilômetros entre Goiás, na região central do país, e o Nordeste.O Sertões tem vários pontos a favor. Já faz parte do Campeonato Mundial de Rally Cross Country para motos e quadriciclos e está no calendário oficial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) desde 2007. Também oferece todas as vantagens para a realização desse tipo de prova: no Brasil não existem ataques ou ameaças terroristas; as regiões por onde passa a competição têm baixa densidade demográfica (segurança a mais para a população local) e, ao contrário de outros ralis, o roteiro seria desenvolvido em um país, uma preocupação a menos para os participantes – apenas uma moeda local, política e costumes únicos e somente um idioma. O Dakar atravessa pelo menos cinco países, cada um com características próprias.O Sertões já contou com a participação de grandes nomes do rali, como o francês Cyril Després, campeão do mundo e também do Dakar nas motos, os espanhóis Marc Coma e Jordi Arcarons e o austríaco Heinz Kinigadner, entre outros. A prova brasileira é organizada pelo empresário Marcos Ermírio de Moraes, presidente da Dunas Race. A largada acontecerá em Goiás e a chegada vai ser em uma praia do Nordeste. Ao todo serão, aproximadamente, 5.000 quilômetros. Em 2007, o Sertões reuniu 250 participantes distribuídos em 82 motos, 60 carros, 10 caminhões e oito quadriciclos. Os vencedores foram Jos é Hélio (motos), Maurício Neves/Clécio Maestrelli (carros), Edu Piano/Solon Mendes/Davi Fonseca (caminhões) e Maurício Costa Ramos, o Índio (quadriciclos).Responsabilidade sócio-ambiental – Outro ponto que destaca o Sertões no calendário internacional são as ações sócio-ambientais desenvolvidas pelo evento. Apenas em 2007, 355.293 de pessoas 10 cidades das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste foram beneficiadas de forma direta com importantes iniciativas nas áreas de saúde, meio ambiente, cultura e educação. Os trabalhos sociais são desenvolvidos no Sertões desde 2002.Já na área ambiental, o pioneiro projeto do Rally dos Sertões foi reconhecido internacionalmente no final do ano passado, tanto que ganhou o Prêmio Latino-Americano de Meio Ambiente (oferecido pela União Latino-Americana de Motociclismo, entidade ligada à F ederação Internacional de Motociclismo). Há sete anos, o evento entrega a todos os participantes sacos plásticos de cem litros, sacolinhas para os carros e cinzeiros, para que ninguém jogue pontas de cigarro no chão, além de uma cartilha sobre a importância das iniciativas.São indicados ainda onde estarão os coletores de óleo, de pilhas e da área de concentração do lixo. Depois da partida do último veículo em cada etapa, uma equipe segue o percurso da prova, recolhendo qualquer tipo de detrito. Outro destaque é a coleta de óleo derramado no solo, que exige uma série de procedimentos para que nada fique no meio ambiente.

Dakar 2008-Cancelamento

Problemas


A edição 2008 do Lisboa-Dakar foi hoje cancelada devido a razões de segurança, anunciou a France-Televisions, parceiro oficial da prova.
Esta decisão foi tomada depois do Governo francês ter "fortemente" desaconselhado a deslocaçãos dos seus cidadãos à Mauritânia, incluindo os que participam no rali, em virtude do rapto e assassínio de quatro turistas franceses, a 24 de Dezembro, num ataque atribuído ao Braço da Al-Qaida no Magrebe Islâmico.
A confirmação oficial está marcada para as 12 Horas, quando a ASO, empresa organizadora da prova, anunciar a decisão numa conferência de imprensa, a ter lugar no Centro Cultural de Belém.